sexta-feira, 24 de abril de 2015

Carcassone - Análise por Edgar Bernardo



A ideia é simples, retiramos uma peça do saco, encaixamos nas peças já existentes na mesa, e optamos por colocar um “meeple”. Consoante o lugar onde o colocamos a sua função varia e com ela a forma de pontuar. O Carcassone foi buscar à cidade francesa apenas o imaginário medieval e nada mais. A prova de que o tema é indiferente são as constantes e inúmeras reimpressões com outros temas cuja variação nas regras é pouco mais que superficial.

Ainda assim, se considerarmos que a sua publicação tem 15 anos, é de reconhecer que em muitos casos a pertinência da temática é indiferente para os jogadores. Este jogo é rápido e fluído, mas peca pela pouca interação entre os seus jogadores. Carcassone na sua versão base é um jogo simples, de fácil montagem e arrumação, com uma elevada replicabilidade. Ideal para famílias ou grupos que jogam esporadicamente jogos de mesa e que procuram uma experiência curta e divertida.

Embora esta avaliação parece conservadora, sou fã do jogo, admiro a sua longevidade e reconheço que para maior diversão algumas expansões são recomendadas, em especial a “Princesa e o Dragão”, “Comerciantes e Construtores”, e as mini expansões dos rios. Recomendo vivamente este jogo a todos os recém-chegados aos jogos de mesa, um jogo obrigatório em qualquer coleção.

Jogo: Carcassone
Ano: 2000
Avaliador: Edgar
Tipo: Familiar
Tema: Medieval
Preparação: 2 minutos
Duração: 45 minutos
Nº de Jogadores: 2 - 5
N Ideal de jogadores: 4 - 5
Dimensão: Pequena
Preço médio: 22€
Idade: 8+

Qualidade dos Componentes: 8
Dimensão dos Componentes: 8
Instruções/Regras: 10
Aleatoriedade: 6
Replicabilidade: 10
Pertinência do Tema: 4
Coerência do Tema: 3
Ordem: 10
Mecânicas: 6
Grafismo/Iconografia: 6
Interesse/Diversão: 6
Interação: 3
Tempo de Espera: 7
Opções/turno: 5
Área de jogo: 4
Dependência de Texto: 10
Curva de Aprendizagem: 10

Pontuação: 6,2

Para a Família

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